OVERVIEWCONSELHOBRANDSRESEARCHEVENTOMEDIALIVROAPOIOSDIRECTÓRIOCONTACTOS












































Francisco Velez Roxo

Administrador e Docente

SIBS / Universidade Católica Portuguesa

 

A questão fundamental num “desafio de futebol numa liga de Superbrands” é sempre acreditar

no resultado positivo versus fazer “prognósticos

só no fim do jogo”.

 

Do meu ponto de vista o(s) “desafio(s) de uma SurperBrand” não é(são) do mesmo tipo dos

do futebol, mas, do ponto de vista do Marketing

e do Bom Senso empresarial, sendo o jogo diferente, mesmo assim, alguma coisa pode ser equacionada de uma forma “marcadamente igual”.

 

Se tivermos na equipa uma supervedeta (marca) ganhadora e “trabalhadora” (à imagem de Figo enquanto suberbrand desportiva...) a probabilidade de ganhar o “desafio” é maior. Mas não garante o resultado final da competição. Por exemplo vencer o campeonato 3 a 5 anos seguidos Se tivermos na equipa uma ou várias “superbrand” que apenas jogam bem enquanto não há concorrencia inovadora, talvez a situação se fique apenas pela “poesia sem victórias” do tipo do Cantigo Negro de José Régio... “Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: “vem por aqui”!

 

Pode ser que resulte. Mas duvido que não seja apenas encanto sem resultados.

 

Mais fruto de contexto do que de trabalho enquadrado com a sorte dos audazes. E com resultados positivos só temporariamente. Mas se tivesse que fechar o “desafio com uma mensagem de desafio” limitar-me-ia a citar tambem um poeta, António Gedeão, no seu poema “Viagem”:

Em qualquer aventura, O que importa é partir,

não é chegar.

 

Poderemos ter maior desafio para uma “SuperBrand”?