João Mendes Dias
Director de Marketing e CRM – Vodafone
Qualquer que seja a época que queiramos considerar, as Superbrand do momento serão sempre as Marcas que conseguirem gerar nos mercados que influenciam um conjunto de afinidades e empatias suficientemente fortes para se destacarem das restantes. Nesta perspectiva, para além dos aspectos que permanecerão críticos, como o dinamismo, a inovação, a solidez ou a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos por uma Marca, há também que ter em conta que os mercados vão tendo uma cada vez maior consciência ecológica e de sustentabilidade. Assim, a forma como as Marcas desenvolvem as suas actividades e as implicações que daí resultam para o espaço comum passarão incorporar de forma crescente o conjunto de factores que, de modo objectivo ou induzido, condicionam a percepção que se forma de uma Marca. Como consequência, é de esperar que na próxima década as Superbrands sejam, de forma mais generalizada e mais profunda – porque já hoje há bons exemplos –, Marcas que atingem e mantêm esse estatuto por terem sido capazes de integrar a atenção a estas preocupações com a manutenção das suas características relacionadas com a essência da sua actividade.