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Margarida Brandão Quinta

Directora Geral – Media Planning

 

Seguramente uma Superbrand na próxima década precisa de cuidar novos factores de influência e atitudes.

Uma Superbrand traz consigo um capital, de valor percebido, de emotividade, de cumplicidade, de uniqueness, de verdade relativamente à promessa - tem uma personalidade.

Uma Superbrand na próxima década terá que estar próxima, ser cúmplice, refletir os valores dos consumidores de amanhã, tal como até hoje. Estamos a assistir a uma rápida evolução

do consumidor, que tem novos e constantes desafios, por exemplo em termos tecnolócicos. O consumidor hoje tem necessidade de estar sempre actualizado em termos de informação,

está “sempre” contactável, tem pouco tempo disponível e por isso valoriza mais o seu tempo livre, o que implica ser mais selectivo, Tem preocupações ambientais e de saúde.

Preserva a sua qualidade de vida. Há uma nova atitude.

Não só na próxima década, mas hoje, as Superbrands têm que construir a sua comunicação a pensar na proposta de valor e na forma de envolver, de piscar o olho aos novos consumidores.

E isso já não se faz apenas com uma forte campanha convencional. As grandes marcas de hoje e de amanhã, são as que pararam para repensar o o quê, o onde e o como e passaram a

comunicar em função dos novos consumidores.